Quando marcar uma consulta com um cardiologista?

Quando marcar uma consulta com um cardiologista?
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Realizar consultas com um cardiologista não costuma fazer parte dos exames de rotina, até mesmo porque os sintomas de doenças cardíacas acabam sendo difíceis de serem detectados. São enfermidades silenciosas, muitas vezes notadas apenas por outros profissionais, que encaminham o paciente a um especialista para diagnósticos mais acurados. Essa avaliação é fundamental para prevenir ou detectar doenças em seus estágios iniciais, poupando muitas vidas.

Isso é ainda mais importante quando se olha os números. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, as doenças do coração são as que mais matam no mundo. Em 2015, por exemplo, foram 17,7 milhões de vidas perdidas, o que representou 31% de todas as mortes em nível global – sendo 7,4 milhões por doenças cardiovasculares e 6,7 milhões por acidentes vasculares cerebrais (AVCs). E mais de três quartos dessas mortes ocorrem em países de baixa e média renda.

O profissional responsável por prevenir, diagnosticar e tratar essas doenças do coração é o cardiologista, que sempre deve ser buscado em alguns casos. Se já há enfermidade diagnosticada – como insuficiência cardíaca –, é recomendável que se faça uma visita de rotina a cada seis meses ou de acordo com a frequência indicada. Quem possui histórico familiar deve começar a realizar exames de rotina aos 30 anos (homens) ou aos 40 anos (mulheres). Caso não haja histórico, o controle pode começar aos 45 (homens) e aos 50 (mulheres).

Alguns fatores de risco, porém, podem antecipar essa necessidade de uma visita de rotina ao cardiologista com maior frequência:

  • Hipertensão;
  • Obesidade;
  • Diabetes;
  • Colesterol elevado;
  • Sedentarismo;
  • Excesso de álcool e tabaco;
  • Estresse.

Por isso, alguns hábitos simples podem ajudar a evitar uma ida precoce a um cardiologista. A Organização Mundial de Saúde recomenda que seja feito um trabalho conjunto entre ações coletivas e individuais para controle das doenças cardiovasculares.

Para o primeiro caso, são necessárias providências vindas do poder público, como políticas de redução do uso de tabaco, álcool e açúcares, estímulo à realização de atividades físicas e fornecimento de alimentos saudáveis para as crianças em idade escolar. No âmbito individual, a prevenção deve se concentrar nos fatores de risco citados acima, em especial na hipertensão e colesterol alto.

Principais sintomas

Ter histórico familiar é um fator de atenção, mas a presença de alguns sintomas é um sinal de risco que merece uma visita imediata ao cardiologista. Todos podem indicar a presença de uma doença mais séria, inclusive com consequências graves e que podem levar à morte, que precisam ser tratados para não colocar a vida em risco:

  • Dores no peito, em especial do lado esquerdo – com reflexos no braço;
  • Desmaios com frequência;
  • Dores de cabeças frequentes, sem origem neurológica ou oftalmológica;
  • Falta de ar ao realizar atividades físicas;
  • Batimentos cardíacos descompassado ou acelerado;
  • Cansaço extremo em situações incomuns;
  • Inchaços nas pernas, tornozelos e pés;
  • Suor frio;
  • Pele azulada nas extremidades, como dedos.

Consultas na AssisteMed

Se você está com alguns dos sintomas acima ou precisa realizar um exame de rotina com o um cardiologista, marque sua consulta na AssisteMed. Nossos profissionais estão prontos para te ajudar no diagnóstico correto e determinar o tratamento do caso. Entre em contato pelo telefone (31) 2342-1200 ou pelo formulário do nosso site para que possamos conversar.

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