Quando consultar um dermatologista?

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É comum procurar um dermatologista quando há algum problema na pele, seja ele estético ou de saúde. Mas a atuação desses profissionais vai muito além disso. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), eles são responsáveis pelo “diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças e afecções relacionadas à pele, pelos, mucosas e unhas”, além de atuarem em procedimentos médicos estéticos, cirúrgicos e oncológicos – relacionados a diversos cânceres.

Acne, alergias, vitiligo, queda de cabelo, linhas de expressão, hanseníase, doenças venéreas e câncer de pele são apenas algumas situações tratadas por dermatologistas. No total, são mais de 3 mil enfermidades que podem se manifestar na pele, cabelos, unhas e mucosas, em qualquer faixa etária. E cabe a esse profissional realizar o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento para cada caso.

Só podem exercer a profissão aqueles médicos que passaram por um curso de residência reconhecido pela Comissão Nacional de Residência Médica ou por um de especialização credenciado à SBD, com duração de três a quatro anos. Depois de obtido o Registro em Qualificação de Especialista, os dermatologistas podem atuar em diversos campos, como no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças e problemas que atingem a pele; em procedimentos e tratamentos para manutenção da beleza e melhoria da aparência da pele; além de especializações em cirurgia e em oncologia.

Quando procurar um dermatologista?

A primeira consulta com um dermatologista deve ocorrer quando se ainda é um bebê, entre os seis meses e um ano de vida. Mesmo que a criança não tenha nenhum sintoma, os pais devem consultar o especialista para ver quais os principais cuidados a serem tomados com a pele, que é muito sensível nessa fase da vida. Já se os pais possuem histórico de alergias, asma, bronquite e dermatite atópica, essa consulta é ainda mais importante.

Da infância até a velhice, as consultas podem ter caráter preventivo ou tratativo. Enquanto o primeiro tem o caráter de receber orientações sobre os melhores cuidados com a pele, o segundo é mais focado nas questões patológicas. Nesses casos, cabe ao dermatologista realizar um estudo completo quanto à queixa do paciente, levando em consideração o estilo de vida da pessoa e o exame físico da pele.

Além disso, quem procura uma melhoria estética também pode consultar um dermatologista. Minimizar os sinais do envelhecimento, conter o envelhecimento precoce e tratar celulites e estrias são algumas das queixas mais comuns de quem vai a um consultório.

Sinais de atenção

Alguns pontos precisam ser observados e exigem cuidados imediatos de um dermatologista. A maioria envolve alterações na pele, mas outros também afetam unhas, cabelos e mucosas. Veja quais são os principais sinais de atenção:

  1. Unhas fracas, manchadas e quebradiças: micoses, psoríase, anemia e problemas na tireoide podem ser as causas das alterações e devem ser investigadas. Caso haja uma alteração no formato ou na cor, pode ser sintoma de diabetes (COLOCAR O LINK DA OUTRA MATÉRIA DO BOLETIM), problemas cardiovasculares ou respiratórios.
  2. Acne: é um distúrbio comum, principalmente na adolescência. Caso os danos estéticos sejam mais severos, que podem gerar prejuízos para a autoestima, é preciso buscar ajuda de um dermatologista para receber o tratamento adequado.
  3. Queda de cabelo: problema frequente e que aumenta com a idade, mas que pode ter relações com deficiência de nutrientes, distúrbios hormonais e estresse – além dos fatores genéticos. Se o cabelo costuma cair mais do que o normal, o dermatologista deve ser consultado para identificar o problema.
  4. Excesso de suor: essa é uma forma do corpo controlar a temperatura, mas pode ocorrer de forma excessiva para algumas pessoas. Isso prejudica a autoestima e a qualidade de vida, sendo necessário buscar um dermatologista para diagnosticar as causas e encontrar o melhor tratamento.
  5. Mal cheiro nas axilas e pés: todo mundo tem um cheiro próprio, mas algumas pessoas possuem um cheiro mais forte que pode incomodar, mesmo fazendo uma higiene adequada. Isso se chama bromidrose e deve ser tratado por um dermatologista.
  6. Coceira, vermelhidão e descamação: são alterações que mostram que algo está errado com a pele, podendo ser reflexo de uma simples alergia ou picada de inseto até câncer de pele. Se não forem tratadas de forma correta, as lesões podem se tornar infecções e piorar a saúde do paciente.
  7. Identificar o tipo de pele: para cuidar melhor da pele, é preciso saber se ela é mais seca ou mais oleosa. Além de ajudar nessa identificação, o dermatologista pode indicar os produtos de cuidado pessoal que melhor se adaptam ao seu caso.
  8. Celulites, estrias e rugas: com o passar dos anos, as imperfeições estéticas começam a surgir. Quem se incomoda com essas marcas do tempo pode buscar um dermatologista para avaliar o caso e identificar os procedimentos indicados.
  9. Manchas, pintas e verrugas suspeitas: sinais em nosso corpo são comuns e, na maior parte dos casos, benignos. Mas só o dermatologista pode identificar se um sinal que apresente alteração de cor e tamanho é maligno ou não.
  10. Câncer de pele: é o tipo de câncer mais comum no Brasil, sendo que o dermatologista pode indicar a melhor prevenção e identificar os possíveis sinais da doença. Em conjunto com um oncologista, ele também é responsável pelo diagnóstico e tratamento.

Quando retornar a um dermatologista?

Tudo depende de como está o estado de saúde do paciente. Se não há nenhum sinal de doença, é recomendado um check up anual. Caso a pessoa trabalhe no sol sem a proteção adequada, essa frequência pode diminuir para uma visita a cada quatro meses. Quem está em tratamento deve fazer consultas mais frequentes, quinzenais ou mensais, de acordo com as recomendações médicas. O importante é ficar atento aos sinais e buscar um profissional sempre que necessário.

Dermatologia com quem entende

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