O que é a Malária e como se prevenir?

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No final do último mês (dia 25 de abril) ocorreu o Dia Mundial de Combate à Malária. A doença é potencialmente fatal e precisa ser diagnosticada precocemente.

A Malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo microrganismo Plasmodium. Mais raramente, há outras maneiras em que o sangue de uma pessoa infectada entre em contato com o de outra sadia também pode ser responsável pelo espalhamento da doença. Exemplos disso são o compartilhamento de seringas, transfusão de sangue ou até mesmo da mãe para o feto, na gravidez.

Sintomas

Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas mais comuns da doença são calafrios, febre alta, dores de cabeça, dores nos músculos, aumento dos batimentos cardíacos, aumento do baço e, por vezes, delírios.

No caso de infecção pelo protozoário parasita, Plasmodium falciparum, também existe uma chance em dez de se desenvolver a chamada malária cerebral, responsável por cerca de 80% dos casos letais da doença. Neste tipo de infecção, além dos sintomas correntes, aparece ligeira rigidez na nuca, perturbações sensoriais, desorientação, sonolência ou excitação, convulsões, vômitos e dores de cabeça, podendo o paciente chegar ao coma.

Tratamento

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o diagnóstico dos pacientes com suspeita de malária se dê por meio de exames parasitológicos (por microscopia) ou de testes rápidos. O diagnóstico precoce é essencial para o bom prognóstico do paciente e depende da suspeição clínica. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), a principal causa de morte por malária é a descoberta tardia da referida condição clínica.

Como prevenir?

Hoje, a prevenção contra a malária acontece pela adoção de medidas individuais e coletivas. Individualmente, o controle e a eliminação do mosquito transmissor podem ocorrer com uso de mosquiteiros impregnados ou não com inseticidas, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas, e repelentes.

Medidas coletivas incluem drenagem de coleções de água, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e o uso racional da terra.

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